Programa individualizado de musculação, montado em cima da sua experiência de treino, do seu histórico de dor e do tempo que você realmente tem. Puxado onde precisa ser puxado — e inteligente no resto.
Musculação · Corrida · Treinamento funcional
CREF 064685-G/SP · ISSA Certified · Especialização em Emagrecimento e Metabolismo
Rocky Run — Filadélfia. Também corro:
o que eu programo, eu faço.
Sou formado em Educação Física desde 2007, com especialização em Emagrecimento e Metabolismo e certificações da ISSA. Minha praia é musculação — força e hipertrofia, de bodybuilder em preparação a quem está começando do zero — mas eu também trabalho com corrida, treinamento funcional e a parte nutricional que dá suporte ao treino.
Essa combinação existe por um motivo prático: quase ninguém só levanta peso. A pessoa levanta peso e corre. Ou levanta peso e joga bola no fim de semana. Ou levanta peso querendo perder gordura e não sabe o que fazer com a comida. Quando quem monta o treino enxerga o conjunto, o programa para de brigar consigo mesmo.
Moro nos Estados Unidos, treino todo dia na mesma academia cheia que você e corro provas de rua — sei o que é ter que caber num horário difícil. Mas o programa não é sobre mim: em quase vinte anos de formado, já montei treino para bodybuilder em preparação e para quem nunca tinha pegado num halter. O que muda entre os dois não é o meu gosto, é o objetivo, o histórico e o tempo de cada um.
Musculação é o centro de tudo que eu faço. As outras frentes entram quando o seu objetivo pede — e conversam entre si em vez de competir por energia na sua semana.
Força e hipertrofia com progressão registrada, seleção de exercício por critério mecânico e técnicas de intensidade aplicadas na hora certa.
Trabalho de força para quem corre: joelho, quadril e tornozelo aguentando volume, sem a musculação roubar a perna da prova.
Condicionamento com peso corporal para treinar em casa, em viagem ou nos dias em que a academia não é uma opção.
Orientação de calorias, proteína e distribuição das refeições em volta do treino. Prescrição de dieta é do nutricionista — a ponte com o treino é comigo.
Técnica de intensidade não é tempero que se joga em tudo. Cada uma tem um custo de recuperação e um momento certo dentro do bloco. É isso que separa um treino desafiador de um treino só cansativo.
Você anota a carga de cada série na sua página de treino. Sem registro não existe progressão — existe repetição. É o registro que decide o que sobe no bloco seguinte.
Três semanas construindo, uma semana de intensificação, e então o bloco muda. Você sabe onde está e para onde vai — nada de treino que se arrasta seis meses igual.
Entram na última série de exercícios de máquina ou cabo, onde falhar é seguro. Nunca no exercício principal com peso livre, e nunca em todos ao mesmo tempo.
Cada exercício vem com o tempo da fase excêntrica e a amplitude alvo. Carga que só sobe porque a execução encurtou não é progresso, é uma lesão adiada.
Escolho pelo aparelho que você tem e pelo horário que você treina. Se combino dois exercícios, é máquina mais peso livre que você segura na mão — nada que trave duas estações no pico.
Ativação de glúteo médio, padrão de hip hinge, estabilidade de tronco. Não como aula à parte: encaixado no aquecimento do dia que precisa, com formação em exercício corretivo por trás.
Você me diz quantos dias e quantos minutos tem de verdade. Eu monto para esse número — não para o número que seria ideal se você fosse outra pessoa.
Ombro, joelho ou lombar reclamando muda o programa na hora, com substituição que treina o mesmo músculo. E se o caso for clínico, eu te mando pro médico antes de insistir.
Você não vai ouvir "sente o músculo" no lugar de instrução. Cada orientação tem motivo mecânico ou evidência atrás — e se eu não souber, eu digo que não sei.
Histórico, lesões, dias por semana, horário e quais aparelhos existem na sua academia.
Exercícios, séries, tempo de execução e onde entra cada técnica de intensidade.
Um link que abre no celular no meio do treino, com vídeo de cada exercício e campo de carga.
Você manda as cargas registradas. Eu vejo o que subiu, o que travou, e escrevo o bloco seguinte.
Material que eu escrevo a partir das dúvidas que mais aparecem. Baixa, lê, aplica — mesmo que a gente nunca trabalhe junto.
Fome, treino e balança fase a fase. O que muda em cada uma, por que a balança sobe sem você engordar e por que não existe calendário mágico de treino.
Baixar grátisPor que o exercício controla a glicemia mesmo quando a insulina falha, qual treino (aeróbio, força ou combinado) responde melhor, e o guia prático de glicemia antes de treinar.
Baixar grátisComo a semaglutida muda a fome e a energia pro treino, por que a musculação é prioridade pra não perder massa magra, e o que fazer quando a pessoa para de usar.
Baixar grátisOs problemas de joelho mais comuns de quem treina, o que cada um significa e quais exercícios substituem o que dói sem você perder estímulo.
Avise-me quando sairAmplitude, tempo e as técnicas de intensidade explicadas uma a uma: o que cada uma faz, quando usar e quando ela só te deixa cansado.
Avise-me quando sairFaça um dos três testes de campo abaixo e preencha os dados. Você recebe seu VO₂ máx. estimado, a classificação para a sua idade e sexo, o IMC e — o que quase ninguém te mostra — o que esses dois números significam em termos de risco, segundo a literatura. Sem cadastro, sem e-mail.
Todos incluem a página de treino com vídeos e registro de carga. A diferença é quanto contato a gente tem no caminho.
Orientação nutricional é geral e não substitui acompanhamento de nutricionista.
Aparece no site depois que eu revisar e aprovar.
Não. Seu treino é uma página na internet. Você abre o link no navegador do celular, salva na tela de início e pronto — funciona igual a um app, sem cadastro, sem senha e sem ocupar memória.
Desafiador quer dizer adequado ao seu nível, não pesado para todo mundo igual. Iniciante progride rápido com pouca coisa bem feita — as técnicas de intensidade só entram quando a execução já está firme e você tem base para aguentar.
Dá, e é justamente onde a maioria dos programas erra: colocam perna pesada na véspera do longão e a corrida sofre. Eu organizo a semana pensando nas duas coisas, e a musculação passa a proteger o joelho em vez de competir com a prova.
Não prescrevo dieta — isso é do nutricionista. O que eu faço é a orientação que liga a alimentação ao treino: quanta proteína, como distribuir as refeições em volta da sessão e o que ajustar quando o objetivo é ganho ou perda de peso. Se o seu caso pedir um plano alimentar, eu te digo e você procura um nutricionista.
Você me conta no questionário e o programa já nasce adaptado, com trabalho corretivo encaixado no aquecimento. O que eu não faço é diagnóstico: se houver suspeita de lesão, você vai ao médico ou fisioterapeuta primeiro.
Força costuma subir já nas primeiras semanas. Mudança visível de composição corporal leva de 8 a 12 semanas de treino consistente com alimentação alinhada. Quem promete menos que isso está vendendo, não treinando.
Pix ou cartão. No plano mensal você paga mês a mês, sem fidelidade e sem multa pra parar.
Responda o questionário — leva uns 8 minutos. Eu leio, respondo com o que dá pra fazer no seu caso e só então falamos de plano.